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  MONOBLOCO FRIGORÍFICO "KITFRIGOR"X"INSTALAÇÃO CONVENCIONAL"
 
 

Com perfeita compatibilidade técnica entre os componentes, o Monobloco Frigorífico Plug-in é montado por profissionais experientes e qualificados, supervisionados por engenheiros especializados. Nossos equipamentos saem de fábrica carregados com gás refrigerante e testados, necessitando, para entrar em funcionamento, apenas sua conexão à rede elétrica. O frio é imediato!

Apresentamos a seguir um estudo comparativo entre uma instalação convencional e uma instalação com a utilização do Monobloco Frigorífico Plug-in KITFRIGOR.

Instalação Convencional
Instalação do Monobloco Frigorífico KITFRIGOR
a) Deve ser montada componente por componente.
a) Saem montados e testados de fábrica.
b) Devem, após montagem e testes, ser carregadas com gás refrigerante por processo de tentativa e acerto.
b) Saem carregados de fábrica com a quantidade necessária e suficiente de gás.
c) Dependendo da capacidade, o trabalho de montagem mecânica e elétrica, teste, carga de gás refrigerante e colocação em marcha, requer dias de trabalho.
c) O Monobloco Frigorífico Plug-in, requer um máximo de uma hora para ser instalado e entrar em operação.
d) Dependendo da capacidade e dimensões do equipamento, há necessidade de uma sala de máquinas.
 
d) O Monobloco Frigorífico Plug-in não necessita de espaço extra, pois é instalado na própria parede da Câmara.
 
e) Em conseqüência das distâncias sempre existentes entre a unidade condensadora e evaporadora, há a inevitável dispersão de potência frigorífica, exigindo mais HP por Kcal efetivamente injetada na câmara.
e) É praticamente inexistente a dispersão de potência no Monobloco Frigorífico Plug-in em razão da proximidade entre as unidades condensadora e evaporadora, ganhando-se muito em potência absorvida no motor de acionamento.
f) Emprego de válvula termostática para controle da injeção de refrigerante no evaporador.
f) Sistema de injeção de refrigerante por tubo capilar estático, sem peças móveis para as máquinas pequenas e válvula de expansão termostática apenas para as máquinas de grande porte.
g) Quantidade de gás refrigerante no mínimo uma vez e meia o volume do evaporador.
g) Reduzida quantidade de gás refrigerante necessária, por não operar com reservatório de líquido.
h) Sempre necessário utilizar montagem, suportes e fixações para as tubulações.
h) Por estar montado em monobloco e pronto para funcionar, não exige suportes e fixações.
i) Controle de degelo por relê de tempos combinados (timer duplo) com término por tempo pré-programado.
i) Controle de degelo automático com término por temperatura do evaporador garantindo o retorno a refrigeração imediatamente após o fim do degelo (degelo inteligente).
j) Terminado o degelo os ventiladores do evaporador jogam o calor para o interior da câmara frigorífica.

j) Retardo na operação dos ventiladores evaporadores após o degelo, minimizando a dissipação de calor para o interior da Câmara após o degelo.
k) Sistema de degelo por resistências elétricas, responsáveis por repetitivas panes por queima, alto custo energético e longo tempo necessário ao degelo.
k) Degelo por injeção de gás quente na bateria evaporadora, com tempo médio necessário de 3 minutos, e baixo consumo energético.
 
l) Painel de força e comando a distância exigindo instalação elétrica de distribuição de energia aos motores e controles.
l) Painel elétrico com dispositivo eletrônico de controle acoplado frontalmente ao equipamento, com construção profissional em base a rigoroso projeto de engenharia.
m) Controlador de temperatura na maioria dos casos de difícil alcance quando necessária alteração na regulagem da temperatura desejada.
m) Controlador de temperatura, eletrônico, microprocessado, digital e, ao mesmo, tempo indicador da temperatura na Câmara acoplado frontalmente no painel eletrônico.
n) Alto nível de ruído.
n) Baixo nível de ruído.
o) Prazo médio seis meses de garantia.
o) Prazo de 12 meses de garantia.
p) Alta liberação de calor no ambiente devido à baixa eficiência energética do conjunto.
p) Reduzida liberação de calor no ambiente, devido à perfeita compatibilidade de seus componentes com conseqüente Alta Eficiência Energética do conjunto.
q) Alto consumo de energia elétrica em função de pouca compatibilidade técnica dos componentes e baixas eficiências energética do conjunto.

q)) Baixo consumo de energia elétrica com reduções de até 45% em função de engenharia aplicada no projeto de compatibilização técnica dos componentes que se traduz em Alta Eficiência Energética.
 



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